Av Faria Lima, 3900, 7o andar

Itaim Bibi, São Paulo-SP

Consulta presencial

(11) 98984-1934

Câncer de Pele não melanoma

Os cuidados com a pele devem começar desde a infância, principalmente para quem mora em uma região tropical como o Brasil, com incidência solar na maioria dos meses do ano. Segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de pele não melanoma é o mais frequente no país e representa aproximadamente 30% de todos os tumores malignos registrados entre os brasileiros.

O diagnóstico precoce permite altos percentuais de cura. Apesar de ter maior frequência e menor mortalidade, pode deixar mutilações no corpo se o tratamento não for adequado. O perfil do paciente com esse tumor aponta para pessoas com mais de 40 anos. Aquelas com pele clara, sensível aos raios solares, com histórico pessoal ou familiar desse câncer ou doenças cutâneas prévias, também estão nesse grupo. Essa doença oncológica é rara em crianças e negros, excetuando aqueles com doenças de pele.  

Com apenas 3% das neoplasias malignas do órgão, o câncer de pele melanoma tem origem nas células produtoras de melanina, que é a substância que determina a cor da pele. Esse tipo é mais frequente em adultos brancos e considerado mais grava pela alta possibilidade de provocar metástase.

Atenção aos sinais

O câncer de pele não melanoma começa, na maioria das vezes, sem grandes alterações. Por isso, é importante ficar atento aos pequenos sinais e às diferenças dos tipos dessa doença.

O carcinoma basocelular aparece como uma lesão em forma de ferida ou nódulo e tem evolução lenta.

O carcinoma epidermoide também surge como uma ferida ou sobre uma cicatriz, principalmente aquelas decorrentes de queimadura. O risco desse tumor é a possibilidade de apresentar metástase.

Procure sempre um especialista se perceber alteração na pele como nódulos, feridas que não cicatrizem em até quatro semanas ou uma mancha vermelha. O paciente também deve ficar atento para nódulos ou feridas que sangram ou formam crosta.

O que eleva os riscos dos tumores de pele não melanoma?

As pessoas com sistema imune debilitadas têm maior propensão a ter um diagnóstico desse tumor, assim como aquelas que utilizam bronzeamento artificial.

No geral, a exposição prolongada e repetida ao sol, principalmente na infância e adolescência, é um fator desencadeador desse tumor ao longo dos anos. A doença afeta principalmente aqueles indivíduos com pele e olhos claros, cabelos ruivos ou loiros, além dos albinos.

Histórico familiar ou pessoal de câncer de pele também deve ser considerado.

Tratamento

De acordo com a situação desse tumor, o médico vai traçar a estratégia mais adequada para o tratamento. A cirurgia pode ser a opção tanto para os casos de carcinoma basocelular quanto para o carcinoma epidermoide. Dependendo do caso, a intervenção cirúrgica será associada à radioterapia.

Uma outra opção pode ser a terapia fotodinâmica, que prevê o uso de um creme fotossensível e posterior aplicação de luz para os casos de ceratose actínia, que é uma lesão precursora do tumor de câncer de pele não melanoma. A técnica também pode ser aplicada para os casos de carcinoma basocelular superficial e carcinoma epidermoide.

O especialista pode ainda indicar a criocirugia e a imunoterapia tópica para o tratamento desses tumores.

O que devo fazer para prevenir esse câncer?

A utilização de protetor solar e o uso de barreiras mecânicas (bonés, barracas e chapéus), além de evitar a exposição ao sol, principalmente entre 10h e 16h, são algumas das atitudes prudentes para reduzir os riscos de desenvolver o câncer de pele.

Nos últimos anos, a idade média dos pacientes desse tumor vem diminuindo por conta da exposição de jovens aos raios solares, cada vez mais cedo. Prevenção é uma iniciativa que os pais devem orientar os filhos desde pequenos.

Tumores Neuroendócrinos

Apesar de sua origem ocorrer em qualquer região onde as células neuroendócrinas estão presentes, esse tumor tem maior frequência no tubo digestivo. Em seguida, são diagnosticados no pulmão e no pâncreas, mantendo sempre a característica de crescimento lento.

GIST

Alguns pacientes podem apresentar vômito ou evacuação com sangue, dor abdominal, dificuldade em engolir ou de digestão e anemia. Também podem estar associadas ao GIST manchas na pele ou coceira, e hipoglicemia por produção pelo tumor de fator de crescimento, semelhante à insulina.

Câncer de Testículo

O paciente com câncer de testículo pode apresentar um nódulo duro e indolor, do tamanho de uma ervilha. Esse câncer pode provocar aumento ou diminuição no tamanho dos testículos, endurecimentos, dor do abdômen, sangue na urina e sensibilidade dos mamilos. O diagnóstico precoce é fundamental para a cura.

Câncer de Rim

O câncer de rim quase não apresenta sinal para o paciente até alcançar uma fase mais aguda. Por isso, qualquer sintoma diferente deve ser motivo para um melhor diagnóstico. Dor na parte lateral da barriga e nas costas, sangue na urina, inchaço abdominal e perda de peso podem ser sinal dessa doença.

Câncer de Pulmão

Alguns pacientes podem apresentar sintomas, como: tosse persistente; escarro com sangue; dor no peito; rouquidão; falta de ar; perda de peso e apetite; pneumonia recorrente ou bronquite; fraqueza ou cansaço; nos fumantes, a crise de tosse aparece em horários incomuns.

Câncer de Próstata

Os sintomas podem ser similares aos do crescimento benigno da próstata – dificuldade de urinar, necessidade de urinar muitas vezes durante o dia ou à noite. Dor óssea, sintomas urinários, infecção generalizada ou insuficiência renal apontam avanço do câncer de próstata.

Câncer de Pâncreas

No início, esse tumor oncológico pode ser assintomático, mas alguns sinais pedem uma investigação como pele e mucosas amarelas (icterícia), urina escura (cor de chá preto) e dor em abdômen superior e costas. Os pacientes também podem apresentar cansaço, perda de apetite e de peso.

Câncer de Ovário

O câncer de ovário pode ser assintomático ou apresentar sinais sem relação direta com a doença. Com o desenvolvimento do tumor, as mulheres podem apresentar dor ou inchaço no abdômen, pelve, costas ou pernas, além de náusea, indigestão, gases, prisão de ventre ou diarreia, além de cansaço.

Câncer de Mama

A principal manifestação do tumor da mama, registrada em aproximadamente 90% dos casos percebidos pela própria mulher, é a presença de nódulos fixos e geralmente indolores. Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja também são sinais da doença.

Câncer de Fígado

O câncer de fígado pode não apresentar sintomas. Porém, alguns sinais como dor do lado direito, pele e olhos amarelados, falta de apetite, perda de peso e cansaço são alguns indicadores dessa doença oncológica. Em alguns casos, o enfermo pode apresentar fezes esbranquiçadas, náuseas, vômitos, palidez e febre.

Câncer de Estômago

Esse tumor não apresenta sintomas específicos, mas alguns deles merecem uma investigação mais detida como perda de peso e de apetite, fadiga, sensação de estômago cheio, vômitos, náuseas e desconforto abdominal persistente, que também são comuns para os pacientes com gastrite ou úlcera.

Câncer de Esôfago

Assintomática no início, a sua progressão pode apresentar dificuldade de engolir, refluxo, dor no alto do abdômen e perda de peso. O paciente que apresenta dificuldade de engolir pode apresentar a doença em estado avançado. A disfagia pode provocar perda de peso e dificuldade de ingestão de sólidos.

Câncer Colorretal

Pode ser confundido com outras doenças como hemorroidas, verminose e gastrite. Se o paciente apresenta sangue nas fezes, diarreia e prisão de ventre alternados, desconforto abdominal, deve procurar um médico. A doença pode provocar ainda fraqueza e anemia e perda de peso sem causa aparente.

Câncer de Colo de Útero

A maioria dos casos desse tumor pode estar assintomática. Nos diagnósticos de casos mais avançados, a paciente pode apresentar sangramento vaginal intermitente ou após a relação sexual. O tumor provoca ainda secreção vaginal anormal e dor abdominal relacionada a queixas urinárias ou intestinais.

Câncer de Cabeça e Pescoço

Esse tumor é predominante entre homens e pode ser provocado pela alimentação inadequada, estresse e mau uso da voz. O paciente pode apresentar ainda dor de garganta ou alteração da qualidade da voz. A dificuldade de engolir, nódulos no pescoço, além da sensação de ‘caroço’ na garganta, merecem uma investigação.

Câncer de Bexiga

O diagnóstico precoce é essencial para melhores resultados de cura. Por isso, as pessoas devem ficar atentas aos sinais, como: sangue na urina, dor durante o ato de urinar e vontade frequente de urinar. O paciente pode apresentar ainda necessidade de urinar, mas sem conseguir fazê-lo.

Câncer Anal

Conhecer os sintomas do câncer anal permite ao paciente procurar o médico no início da doença. O tumor anal provoca alterações intestinais e presença de sangue nas fezes. O sintoma mais comum é o sangramento durante a evacuação, associado a dor na região do ânus.

Oncologia Clínica

A oncologia clínica tem ocupado papel de destaque nos estudos e no tratamento clínico do câncer, neoplasias ou tumores malignos. Conhecida ainda como cancerologia clínica, esta especialidade médica responde pela avaliação geral do paciente, coordenando um tratamento multidisciplinar.